Jean Christof Sakiti

Fui batizado no Espírito Santo em dezembro de 1984, quando um monge, que também é sacerdote, rezou por mim. Naquela época, eu era estudante. Eu havia participado de um Seminário de Vida no Espírito oito meses antes.  Após o treinamento, os líderes me disseram que eu não estava pronto para o Batismo no Espírito Santo, o que era verdade. Eu estava mais preocupado com os meus estudos do que com o Seminário.  Em dezembro, fui  a um retiro e o padre me perguntou se eu gostaria que ele rezasse por mim pelo  Batismo no Espírito Santo. Eu aceitei porque achei que estava pronto. Quando ele rezou por mim, fiquei cheio de muita paz e alegria. Comecei a cantar em línguas com ele. A partir daquele dia, minha oração tornou-se mais profunda.  Hoje, eu sirvo a Renovação de duas maneiras: dou formação para meus irmãos, líderes e para onde há uma necessidade à qual sou chamado. Faço isso não apenas para a Renovação, mas também em paróquias, onde os párocos pedem-me para vir e dar formação aos seus fiéis. Também  tenho bastante envolvimento em evangelização, em várias dioceses do meu país e em outros países.

Livros que eu li nos últimos 12 meses:  “Et leurs yeux s'ouvrirent” (Os olhos de ambos foram abertos),  Frédéric Marlière  e Amour et responsabilité (Amor e Responsabilidade), Carol Wojtyla e Oração para a Cura,  Colóquio Internacional, novembro de 2001.

A Renovação precisa de três coisas: de um avivamento; perdemos o primeiro amor, o fogo do início tem diminuído; Precisamos acordar e seguir em frente e ir mais fundo em nosso amor por Deus e pelos nossos irmãos; e precisamos de mais empenho no uso dos carismas.

 

A Renovação deve impactar mais a Igreja, a partir das paróquias. Nosso objetivo deve ser o Batismo no Espírito Santo para todos os Católicos. A Renovação deve impactar a vida do mundo: nossa evangelização deve entrar em cada parte da vida humana. Somos chamados a mudar a sociedade e levar as pessoas a Jesus Cristo.



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